Lagoinha sua linda!

Os nordestinos sabem usar muito bem das belezas naturais como forma de renda com o turismo (apesar de haver exceções ainda mais quando se extrapola dos recursos naturais). Na praia de Lagoinha isso é muito visível, pois em um mesmo lugar além dos restaurantes a beira mar, fizeram um passeio que envolve 3 tipos de transporte: o pau de arara (típico da região), o catamarã e o buggy, onde o turista entra em contato com a cultura e a população local.

A praia fica na cidade de Paraipaba a cerca de 124km de Fortaleza e o passeio até Lagoinha custou R$40,00. A praia tem 15km de extensão entre dunas de areia, falésias, coqueirais e lagoas de água doce. Chegamos ao restaurante, fizemos nosso pedido de almoço (como de praxe nos passeios do Nordeste) e fomos fazer o passeio com os 3 modais, que é um opcional e custa R$50,00 por pessoa.

Cartão postal de Lagoinha

Primeiro embarcamos no pau de arara, uma pick up adaptada com bancos que nos levou até um restaurante na beira da Lagoa das Almécegas. No trajeto um guia local, jovem e piadiasta, distrai a todos com brincadeiras sobre a população cearense e também sobre os turistas. O local de parada é gostoso e ficamos cerca de 30 minutos desfrutando do local, que tem diversas redes, inclusive dentro da água e experimentando a caipirinha de caju, fruta que era vista aos montes no local.

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Lagoa das Almécegas

Pau de arara

Depois embarcamos em um catamarã atravessando a lagoa e chegando ao local onde pegamos o buggy. Essa travessia durou uns 10 minutos, é bem rápida e como o lago é tranquilo, o cataramã quase não mexe. Partimos com o buggy em direção à Lagoa do Jegue,  quando a paisagem vai mudando e ficando cada vez mais bela. Há uma pequena parada para ver a lagoa e a fusão dela com o mar e depois partimos para o mirante natural da praia, onde a vista é incrível! Sobre o passeio em geral, acho imperdível pra ver todas as belezas da praia além de ter mais contato com os habitantes locais. Também recomendado pra todas as idades, até minha avó de 82 anos foi junto e adorou!

Encontro da lagoa com o mar

Encontro da lagoa com o mar

Retornamos ao restaurante para almoçar e passar o resto do dia. No local tem banheiros, chuveiros externos e guarda volume, então dá pra levar uma troca de roupa caso queira tomar um banho de mar e até pra tirar a areia do corpo depois do passeio. Nós ficamos no restaurante Fateixas, onde a comida é muita gostosa e achamos os pratos mais baratos do que nas outras praias. Nesse dia comemos um prato com lagosta, bem gostoso!

Vista do mirante no passeio de buggy

Vista do mirante no passeio de buggy

O passeio rendeu lindas fotos! Vale muito a pena conhecer!!!

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Pescador na Lagoa do Jegue

Pescador na Lagoa do Jegue

Trem da Serra do Mar

Decidimos aproveitar os dias lindos de sol e calor que estão fazendo no inverno desse ano pra fazer um passeio diferente. Escolhemos o sábado pra fazer o passeio de trem de Curitiba até Morretes no Paraná. Temos lugares lindos pra conhecer e tantas coisas legais pra fazer tão perto da gente e muitas vezes não damos valor, né?!?

A América Latina Logística – ALL é que é a proprietária do trilhos que cruzam o Paraná e levam diversos trens de carga rumo ao Porto de Paranaguá. Quem tem a concessão pra operar a linha de turismo desde 1996 é a Serra Verde Express, que opera mais 2 linhas de trens no país: o Trem do Pantanal e o Trem das Montanhas Capixabas. Mais informações: http://www.serraverdeexpress.com.br/.

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O trem parte as 08h15min diariamente da estação Rodoferroviária de Curitiba. Você pode escolher entre as tarifas: Econômico, Turístico, Executivo, Litorina de Luxo (que sai em outro horário), Camarotes e Litorina Standard. Nós optamos por um pacote que incluia ingresso categoria Turístico (com lanche e uma bebida a bordo), almoço típico (sem bebidas), acompanhamento de guia local, City tour em Morretes e Antonina e retorno de van pela Estrada da Graciosa. Nós vendemos esse pacote na agência com o mesmo preço do site e esse mês de agosto está em promoção #ficaadica 🙂

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Lanche servido no trem

O passeio é muito gostoso e interessante. Em todos os vagões há um guia acompanhando e falando sobre a história da ferrovia e da região, assim como sobre a vegetação que começa com as araucárias, típicas do Paraná e termina com a Mata Atlântica. Durante o passeio é possível observar a diversidade da flora e da fauna locais, assim como pontes, túneis, rios, represas e cachoeiras da região, o que com o tempo colaborando torna tudo ainda mais bonito!

Por ser uma região de serra, pode ser que no inverno tenha bastante neblina e muitas vezes chuvisco, por isso aconselho ir no verão, onde a probabilidade de tempo bom é maior. Como falei, nós aproveitamos que a previsão era de tempo bom, mesmo assim chegamos em Curitiba com muita neblina, que logo se dissipou e só em alguns momentos pegamos algumas nuvens.

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Um pouco da paisagem vista do trem

O percurso tem previsão de chegada em Morretes por volta de 11h30min, por questão de segurança, em alguns pontos quando passa dentro das cidades, o trem não pode ultrapassar 15km/h, além disso sempre que passa por um trem de carga, ele precisa parar e esperar o outro trem passar, o que pode atrasar a chegada.

Nós desembarcamos em Morretes as 12h30min (todos os vagões estavam lotados!) e fomos com nossa guia local almoçar no Restaurante O Celeiro, que também abriga uma pequena pousada. Ele fica um pouco mais retirado no centro mas o lugar é lindo! Fomos servidos com o tradicional Barreado, carne bovina desfiada com molho e servida com farinha de mandioca, banana da região e arroz branco, bem gostoso! Também tínhamos à disposição diversas saladas, peixe embanado e frito, camarões fritos e molho de camarão, estava uma delícia!

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Meus companheiros de passeio no restaurante

Depois do almoço tivemos um tempo livre pra conhecer o centrinho de Morretes, apenas 30 minutos, muito pouco pra aproveitar e apreciar esse lugar tão bonitinho! Na praça central haviam barraquinhas com produtos da região: cachaças, bolachinhas, bala de banana, artesanato, entre outros. Aproveitamos e fomos tomar sorvete, especialmente o de gengibre, tradicional da cidade. Depois pegamos a van e fomos pra Antonina, cidade vizinha e também colonizada por portugueses, que mantém ainda poucas construções da época.

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Morretes

Nosso retorno foi através da Estrada da Graciosa, como é conhecida a PR-410 e antiga rota dos tropeiros que iam em direção ao litoral paranaense. O trajeto possui muitas curvas acentuadas e boa parte é ainda de paralelepípedo. A estrada em si e a vegetação ao redor são bonitos e conservados. Também há diversos mirantes para contemplação da paisagem ao longo do caminho.

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Antonina

O passeio foi uma delícia! Acho que o pacote que pegamos valeu bastante a pena, principalmente pelo almoço delicioso e pela comodidade do retorno com a van. Para quem quer ficar mais livre, é possível retornar com um ônibus de linha, da empresa Graciosa, mas como há poucos horários, principalmente aos finais de semana que a demanda é maior, é bom comprar a passagem antes mesmo de fazer o passeio. Também é possível retornar pra Curitiba de trem, que sai as 15hrs da estação de Morretes e chega em Curitiba por volta de 18h30min. É mais demorado mas também mais barato que a descida.

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Um pouco mais da beleza da região

Pra quem ainda não conhece ou já tem uma viagem programada pra Curitiba, recomendo que aproveite e faça esse passeio que vale muito a pena!!!

Tulum apaixonante!

Entre os lugares que eu mais desejava visitar na viagem ao México estava Tulum. A antiga cidade muralhada maia era importante porto da região, onde se comercializava sal, mel, algodão, armas entre outros. As ruínas que podem ser vistas na visita são na maioria áreas que eram usadas pela elite da sociedade, como governantes e religiosos.

O contraste entre as ruínas e o mar, ora azul ora verde, dá um charme especial pro lugar, além dos lagartos e iguanas que costumam circular e posar para as fotos!

Pegamos uma van compartilhada na frente no hotel e fomos direto ao Pueblo, centrinho de Tulum, onde alugamos bicicletas, o trajeto levou cerca de 20min. Há diversos lugares que alugam, mas como já tínhamos uma ideia de quanto custava fomos direto à uma pequena pousada onde uma senhora queria nos alugar por 80 pesos mexicanos, mas conseguimos negociar por 60 pesos cada uma por todo o dia. Tivemos que deixar um passaporte como garantia e o aluguel já pago pelas bicicletas e pelos cadeados. A senhora ainda nos deu um mapa de Tulum e nos mostrou como chegar às ruínas.

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O sítio histórico fica a cerca de 5km do centro, o que de bicicleta e com sol das 10hrs tornou o percurso um pouco árduo, ainda mais pra quem não está acostumado. O caminho que leva às ruínas é litorâneo, mas não dá pra ver o mar pois há diversos hotéis e restaurantes ao pé da areia.

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Dica: procure horários alternativos pra visitar as ruínas. Entramos no sítio por volta de 11 horas, além do sol de uns 40 graus é bem o horário que chegam as excursões. Tente chegar mais cedo ou mais para o fim da tarde. Andamos cerca de uma hora observando as  ruínas e apreciando a vista incrível!

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Depois de sairmos das ruínas, deixamos nossas bicicletas “estacionadas” em um pequeno restaurante e fomos andar pela praia e procurar um lugar pra sentar, tomar umas cervejas, almoçar e apreciar o mar do Caribe. Acabamos ficando no Villa Pescadores Hotel e Beach Club, onde comemos um delicioso ceviche e bebemos algumas Coronas, até por volta de 15hrs.

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Nossa ideia era ainda aproveitar o dia pra conhecer algum cenote da região. Cenotes são cavernas banhadas por água doce onde é possível mergulhar e apreciar a beleza da água e da paisagem cavernosa. Partimos com nossas bicicletas pra conhecer o Gran Cenote, que pelo que vimos no mapa era o mais próximo de onde estávamos. Mas há MUITOS outros ao longo do trajeto entre Playa Del Carmen e Tulum, se estiver por perto vale pena programar um dia só pra conhecê-los.

Depois de uns 10 km andando pelo acostamento da rodovia e embaixo do sol, chegamos exaustos e loucos por uma água geladinha! A estrutura do cenote é bem amadora, mas organizada, na entrada pagamos o ingresso e lá dentro ainda era possível alugar os pés de pato, óculos, snorkel e colete salva-vidas.  É obrigatório que todos tomem uma ducha pra tirar o protetor solar do corpo e não “manchar” as águas cristalinas do cenote. Nós alugamos um par de pés de pato e um snorkel com óculos para compartilharmos e fomos nos refrescar.
cenoteRetornamos ao pueblo pra devolver as bicicletas no fim da tarde e pegamos uma van que nos deixou na frente do hotel. Foi um dia bem cansativo mas muito bem aproveitado!  Arrisco dizer que foi um dos melhores da nossa viagem, pois conhecemos vários lugares e curtimos bastante andar de bicicleta!
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Xel-há

Além das praias, a Riviera Maya também conta com diversas opções de lazer. Há pelo menos 3 parques que usaram dos recursos naturais da região pra criar instalações para mergulho, nado com golfinhos e arraias, mergulho em cenotes,  flutuação, esportes radicais entre outras atividades. Os mais conhecidos são o Xplor, o Xcaret e o Xel-há. O primeiro é mais voltado a esportes radicais, o Xcaret é o mais visitado e é mais artificial e o Xel-há é o mais natural deles.

Lendo diversos blogs de viagem vimos que seria imprescindível conhecer esses parques. Nosso tempo de viagem era curto e tínhamos que optar por apenas um deles, então analisamos alguns depoimentos e escolhemos o Xel-há. O parque é o único deles que é All Inclusive, ou seja, você compra o ingresso e tem 3 refeições inclusas (café, almoço e jantar), bebidas (água, refri, cerveja e algumas batidas), toalhas, guarda-volumes, equipamentos para snorkel e a área de lazer disponível (flutuação, tirolesa, saltos em diversos lugares, grutas, trilhas, etc). Algumas atrações que eram pagas a parte: interação ou mergulho com golfinhos, mergulho com arraias, SPA, zipbike, e mergulho com cilindro.

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Mapa do parque. Dá pra ter uma ideia do tamanho e das atrações.

Analisando os preços também achamos muito mais vantajoso o Xel-há, pois os outros custavam praticamente a mesma coisa, mas não eram All Inclusive. Você pode comprar os ingressos pelo site de cada parque com ou sem transporte incluso e com desconto antecipado. Caso opte por mais de um parque vale a pena consultar empresas que vendem combos com preços vantajosos. Importante, no momento da entrada do parque precisa mostrar o voucher (comprovante da compra), o cartão usado na compra e o passaporte dos visitantes.

Nós compramos pelo site apenas o ingresso, pois nosso hotel ficava a cerca de 15km do parque e no dia pegamos uma van compartilhada, que é  um  transporte coletivo bastante usado lá. As vans fazem o trecho Playa Del Carmen/Tulum durante o dia todo, é só esperar nos pontos e você dizer até onde quer ir que eles param. Pagamos cerca de 35 pesos mexicanos por pessoa cada vez que usamos, tanto faz pra onde dentro desse trecho, era algo como R$7,00.

O Xel-há é um parque que valoriza muito os recursos naturais. Já na entrada há funcionários dando informações sobre as atividades, entregando um mapa e enfatizando que se use protetor solar e repelente que não agridam o meio ambiente, e os produtos estão a venda nas lojas do parque.

Chegamos por volta de 09h30min e fomos ao restaurante principal tomar café da manhã. Mas na verdade, a última coisa que queríamos era tomar café. Já cedo o calor era de uns 30°C e só queríamos um suco natural bem refrescante! O buffet era bem grande com opções típicas de cafés que vemos nos filmes americanos: panquecas, ovos mexidos, muito bacon além de pratos mexicanos. Mas havia opções mais “conhecidas” como pães, doces como mel, caramelo (parecido com doce de leite) e geleias, além de presunto, queijo e frutas. Pra tomar, além de café, tinha chás, achocolatados, água de coco e suco natural de laranja. Estava bem gostoso!

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Estávamos ansiosos pra fazer a flutuação, então pegamos os equipamentos, guardamos nossas coisas no guarda-volumes e pegamos a trilha até a o início do percurso. O parque é grande e a trilha levou cerca de 20min a pé, pois queríamos fazer a digestão do café e ver a paisagem, mas é possível fazer o trajeto de trenzinho ou bicicleta.

A estrutura do parque é incrível e nos impressionou. Na flutuação a gente entregava os objetos pessoais (chinelos, óculos de sol, câmeras e etc) em um guichê onde eles colocam em bolsas fechadas com a chave que fica com você e retira as coisas ao final da atividade, muito prático. Além disso, também impressionou a organização na entrega dos equipamentos, empréstimos de coletes onde você pega em um lugar e devolve os molhados em outro, também os banheiros/vestiários sempre limpos, apesar da grande circulação de pessoas molhadas e com areia.

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Vista para o restaurante principal.

A flutuação inicia no rio (água bem gelada!!), é onde a água é bem transparente e é possível ver muuuitos peixes! Você pode optar por ir de bóia dupla ou individual ou apenas com o colete e pés de pato, que foi o que fizemos. O percurso é bem longo, dura 1 hora mais ou menos e ao final as águas do rio e do mar se encontram e ficam mais quentinhas.

Ao final devolvemos os equipamentos e fomos dar volta pra conhecer o restante do parque. A paisagem é bem bonita, é possível ir até a praia, mas o mar é bem bravo e tem bastante vento. Passeamos bastante e tiramos várias fotos, depois fomos almoçar. Para o almoço há 4 opções de restaurantes: no principal, onde foi o café, é servido comida internacional (foi onde almoçamos), mas há também um restaurante típico mexicano, uma lanchonete e o restaurante “Jardin Corona”, da cerveja vendida no parque e umas das mais populares no México.   À tarde fomos fazer tirolesa, pulamos de um paredão de uns 6 metros e nadamos mais um pouco.

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O parque é bem bonito, mas achamos que pelo valor cobrado, poderia ter mais atividades inclusas. Ao final do dia, ficamos tomando uma cervejinha e observado os golfinhos interagindo com os turistas. Nem cogitamos fazer essa atividade, achamos que o valor cobrado era um absurdo, algo como US$90,00 por pessoa, mais do que pagamos pra entrar no parque. Mas visto de fora já valeu, eles são lindos!

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Sobre o Grand Palladium

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O que não falta em Cancun e na Riviera Maia são opções para se hospedar. A maioria das grandes redes de resorts têm opções em ambos os lugares, é difícil escolher o que seria mais vantajoso. Hoje eu aconselharia dividir a hospedagem, já que Cancun é o centro mais badalado, famoso e mais próximo a Isla Mujeres e de Chichén Itzá (importante cidade arqueológica maia), e se hospedar na Riviera Maia te deixa mais próximo dos principais parques (Xcaret, Xel-há, Xplor), de pegar um ferry pra Cozumel e de ir até Tulum, bem mais ao sul.

Optamos por nos hospedar em um resort da rede Grand Palladium, pois eu tinha uma tarifa negociada para agentes de viagem. A rede tem hotéis na Espanha, Itália, Jamaica, Republica Dominicana, México e no Brasil tem o Grand Palladium Imbassaí, na Bahia. O complexo Grand Palladium na Riviera Maia é formado por 5 hotéis, sendo que apenas um deles não podia ser frequentado pelos hóspedes dos outros hotéis, de um padrão superior, que é o The Royal Suítes Yucatan by Palladium, os outros são o Colonial, o Riviera, o White Sands e o Kantenah que foi o qual ficamos hospedados.

Chegamos em Cancun por volta de 22hrs, mas até fazer a imigração e retirar as bagagens, só saímos do aeroporto as 23hrs. A imigração do México é bem rigorosa, tanto que as bagagens são examinadas uma a uma, por isso demoram bastante pra serem liberadas na esteira, e depois que pegamos elas, ainda tivemos que passar novamente pelo raio-x.

Já tínhamos contratado o transfer do aeroporto pro hotel, já que chegaríamos tarde e nosso hotel ficava a cerca de 90km do aeroporto. Contratamos a AT Travel, empresa que presta serviço pra várias operadoras que vendem o destino e que inclusive tem escritório no Brasil (para operadoras e agencias). O atendimento deles foi muito bom, o motorista e o guia muito simpáticos e conversaram conosco a viagem toda, se esforçando em um “portunhol” muito claro, o que nos deixou bem seguros, já que nosso espanhol é fraquinho, tanto que na maioria da viagem acabamos falando em inglês mesmo. Falando nisso, ficamos impressionados com o atendimento de todos os mexicanos, com eles não tem tempo ruim, sempre simpáticos!

Nossa chegada ao hotel foi tranquila apesar do horário e ficamos impressionados com o tamanho do hotel. O Grand Palladium trabalha com um conceito de sustentabilidade que achei muito legal, então ele é bem arborizado e pra chegar ao quarto tivemos que seguir as placas por caminhos de madeira no meio das árvores, o que a noite foi meio complicado! Além disso, há vários animais espalhados pelo hotel, principalmente esquilos, quatis, lagartos, iguanas, diversos pássaros, crocodilos e lindos flamingos! Fiquei apaixonada!!!

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Os quartos são bem grandes, têm ar-condicionado, televisão e TV a cabo, minibar, cafeteira e sachês de café e açúcar, poltrona, mesa e cadeira, sacada com cadeiras e um pequeno varal (ótimo pra pendurar o biquíni), guarda roupa, mesa e ferro de passar, cofre, além de um banheiro grande também, com kit amenities e secador de cabelos. Seguindo o conceito de sustentabilidade, há avisos nos quartos para que se reutilizem as toalhas e as deixe no chão quando quiser trocar, assim como havia uma placa para avisarmos quando quiséssemos que trocassem a roupa de cama, caso contrário ela seria trocada apenas na quarta-feira. Acho que é uma boa iniciativa, já que nem em casa trocamos as roupas de cama e banho todos os dias, né? Importante saber também que no México é costume dar gorjetas pra camareiras e garçons, então sempre deixávamos algo como US$1,00.

quarto

Foto ilustrativa retirada do site do hotel.

Como já falei, o complexo é formado por 4 hotéis que podem ser usados por todos os hóspedes. São 8 restaurantes temáticos a La carte (onde os homens só podem entrar com camisas com gola e manga – curta ou comprida – e calça comprida), entre eles, há restaurantes com comida oriental, americana, mexicana e brasileira. Além disso, 5  self service, 25 bares, 8 piscinas (sendo duas exclusivas para adultos), SPA (serviços pagos a parte) e discoteca. Todas as áreas são bem legais, nos lobbys há bares com música ao vivo a noite e shows padrão Broadway todas as noites. um local que também achamos legal foi o Sports Bar, onde havia mesas de sinuca, cartas e até Play Station e máquina de pipoca, bem temático.

Sports Bar

No dia seguinte à chegada, ficamos apenas aproveitando o hotel, afinal não faltavam coisas pra fazer. Mar lindo, diversas piscinas, ótimos restaurantes, recreação no hotel e muitos drinks pra provar e se refrescar do calorzão mexicano.

À noite, os restaurantes eram uma atração a parte, principalmente os temáticos. Teríamos que ter ficado ao menos mais uma semana pra dar conta de conhecer todos! No primeiro dia jantamos no oriental, onde sentamos ao redor do chef e ele preparou a refeição na nossa frente com direito a um show. Foi o jantar que eu mais gostei! Também conhecemos dois restaurantes com comida americana, diversas carnes e hambúrgueres e nos self service que “tematizavam” os jantares todas as noites, um dia teve comida espanhola, com pratos bem diversificados e gostosos também!

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Esse foi um ponto alto da viagem, os sabores! Desde o começo nos propusemos a experimentar pratos e bebidas exóticas. Acho que esse tipo de experiência é essencial quando se viaja – conhecer novos sabores, culturas e principalmente a identidade local. Apesar da maioria dos pratos serem apimentados, conseguimos comer sem problemas, só achamos que as vezes faltava outro tempero além da pimenta. As bebidas também, provamos diversas cervejas e drinks diferentes. 🙂

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Nosso sonho mexicano!

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Vou te contar: vender viagens, pesquisar e estudar sobre os destinos, receber o feed back dos clientes encantados com a viagem, não é fácil! Só dá mais vontade de desbravar esse mundão e conhecer pessoalmente esses lugares lindos!!! Por isso tudo desde o ano passado eu e o Everton estávamos planejando fazer uma viagem diferente e de preferência internacional.

2015 chegou e a expectativa pra esse ano não era das melhores depois das eleições, além do mais, o euro e o dólar subiam lentamente. Eu sempre acompanhava os preços das passagens, principalmente pra Europa, com vontade de ir pra lá, mas os preços não baixavam. Além disso, conversando com o meu marido, chegamos a conclusão que só teríamos uma semana de férias pra tirar o que seria pouco pra ir pra Europa.

Eis que em janeiro surge uma super promoção de passagens pra Cancun. Fizemos as contas e de repente os planos mudaram e estávamos com a cabeça no Caribe! Escolhemos maio, um mês calmo pra ambos, primavera no Hemisfério Norte e baixa temporada. Dia 23/05 partimos rumo a Cancun, viajamos com a Copa Airlines, e retornamos dia 30/05.

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Eu nunca havia voado de Copa. A cia aérea é do Panamá, assim as conexões tanto na ida como na volta passam por lá. Achei o atendimento e os aviões bons, apesar de ter apenas 3 poltronas de cada lado (como no Brasil) e o espaço entre as poltronas ser igual ao das cias nacionais (ou seja, apertados). Os voos foram bem pontuais, o atendimento a bordo é feito em espanhol e inglês, apesar de se esforçarem em falar “portunhol” e achei muito boa a seleção de filmes e seriados a bordo. Nos nossos voos serviram uma refeição completa e um lanche quente no voo mais longo e um lanche no voo curto, além de bebidas incluindo sucos, vinho, refri e cerveja.

Vou fazer uma série de posts sobre a viagem (eba!), tentando explicar como foi, o que vimos e fizemos! Mas quero começar falando um pouco sobre o destino da viagem!

País: México

Moeda: Peso Mexicano. Taxa de mais ou menos 0,25 em relação ao real, mas não se engane, as coisas são caras, ainda mais que os principais turistas são dos Estados Unidos e recebem em dólar, né? Por isso o dólar é aceito praticamente em qualquer lugar, a taxa de conversão é de cerca de 0,14 dependendo do lugar e da casa de câmbio.

Tempo: Faz calor o ano inteiro, com maior probabilidade de chuvas na época de furacões entre agosto e novembro (o último grande furacão foi em 2005). Nós fomos em maio, estava MUITO quente, 30°C desde de manhã cedo até a noite com picos de uns 38°C ao longo do dia. Só tem vento na praia, fora dela é abafado. Pra não dizer que não choveu, um dia pegamos umas pancadas de 5 minutos junto com sol. Isso que quando eu olhava a previsão do tempo antes de ir, era sempre pra chuva!

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Documento de viagem: passaporte válido.

Vacina contra a febre amarela: não é necessário para o México, mas caso saia para visitar a Cidade do Panamá, lá ela é exigida. A vacina é obrigatória em muitos países, eu sempre aconselho tomar, pois ela vale 10 anos. Depois de tomar a vacina é necessário “trocá-la” por um Certificado Internacional emitida pela ANVISA nos aeroportos e portos do país.

Montei um mapa com os lugares que visitamos:Mapa Riviera Maya

Como dá pra ver no mapa acima nós nos hospedamos na região chamada Riviera Maya, ela fica na Península de Yucatan e é banhada pelo Mar do Caribe. A região começa em Puerto Morelos, passa por Playa del Carmen (uma pequena vila que visitamos e que falarei em outro post) e termina em Punta Allen, um pouco a frente de Tulum (conhecido pela zona arqueológica maia). O turismo é bem recente na região, iniciando por volta de 1999, e a partir daí vários resorts foram construídos ao longo da rodovia, entre eles de redes famosas como: Iberostar, Hard Rock e Grand Palladium no qual ficamos hospedados.

No próximo post vou falar um pouco do resort e o quanto ele era maravilhoso!

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Sugestões para Lua de Mel no Brasil

Feliz 2015! Depois das festas de fim de ano e merecidas férias espero ter posts mais regulares!!! 😀

No último post de 2014 falei um pouco sobre o Nannai e a minha lua de mel.

Hoje separei outros destinos para uma lua de mel dos sonhos sem precisar sair do Brasil, ainda mais com esse dólar nas alturas!!! Optei por esses hotéis com base em comentários de clientes, assim como algumas pesquisas e as avaliações no Trip Advisor. Aliás, fica a dica de uma fonte confiável de pesquisa para analisar o hotel e outros serviços de um destino turístico, pois no Trip Advisor (www.tripadvisor.com.br) quem avalia é o turista que se hospedou no hotel e comenta sobre a sua experiência.

Acredito que um destino ideal para lua de mel precisa ter tranquilidade, exclusividade e romantismo para que o casal possa desfrutar desse momento a dois. Algumas pousadas que tem essas características são as incluídas na Associação Roteiros de Charme (www.roteirosdecharme.com.br), entidade que reúne 65 meios de hospedagem do Brasil que aliam princípios de qualidade, ética e responsabilidade social com o “charme” característico de cada uma.

Entre elas, destaco o Hotel Quinta do Bucanero, localizado na Praia do Rosa, em Imbituba-SC, o hotel de charme tem apenas 10 apartamentos, 2 suítes e uma vivência especial dedicada a casais em lua de mel ou comemorando aniversário de casamento. Visitem o site, é lindo! (www.bucanero.com.br).

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Fonte: site do hotel.

Outro hotel que destaco na região Sul do país é a Estalagem St Hubertus. O hotel está localizado em Gramado-RS e tem vista para um dos pontos mais famosos da região, o Lago Negro, além disso, foi premiado pelo site Trip Advisor como o hotel mais romântico do Brasil e um dos melhores do mundo. A arquitetura em estilo europeu e o chá da tarde incluso na diária são alguns dos diferenciais (www.sthubertus.com).

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Fonte: site do hotel.

Já se a preferência é por um destino de praia no Nordeste, acho que vale apostar em pequenas vilas como Jericoacoara-CE, Arraial D´Ajuda-BA ou Praia da Pipa-RN onde está localizada a Pousada Toca da Coruja. Com 28 bangalôs exclusivos, o hotel leva o hóspede a uma imersão com a natureza, proporcionando exclusividade e privacidade (www.tocadacoruja.com.br).

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Fonte: site do hotel.

Bem que poderia, mas o post não é patrocinado ok? São apenas sugestões minhas!! 😉

Outros hotéis que valem uma espiada:

– Orixás Art Hotel – Flecheiras-CE (http://orixashotel.com.br/)

– Pousada Jeribá – Jericoacoara-CE (http://www.jeriba.com.br/)

– Pousada Estrela D´Agua – Trancoso-BA  (http://estreladagua.com.br/?lang=en)

– Pousada Teju-Açu – Fernando de Noronha-PE (http://www.pousadateju.com.br/)