Xel-há

Além das praias, a Riviera Maya também conta com diversas opções de lazer. Há pelo menos 3 parques que usaram dos recursos naturais da região pra criar instalações para mergulho, nado com golfinhos e arraias, mergulho em cenotes,  flutuação, esportes radicais entre outras atividades. Os mais conhecidos são o Xplor, o Xcaret e o Xel-há. O primeiro é mais voltado a esportes radicais, o Xcaret é o mais visitado e é mais artificial e o Xel-há é o mais natural deles.

Lendo diversos blogs de viagem vimos que seria imprescindível conhecer esses parques. Nosso tempo de viagem era curto e tínhamos que optar por apenas um deles, então analisamos alguns depoimentos e escolhemos o Xel-há. O parque é o único deles que é All Inclusive, ou seja, você compra o ingresso e tem 3 refeições inclusas (café, almoço e jantar), bebidas (água, refri, cerveja e algumas batidas), toalhas, guarda-volumes, equipamentos para snorkel e a área de lazer disponível (flutuação, tirolesa, saltos em diversos lugares, grutas, trilhas, etc). Algumas atrações que eram pagas a parte: interação ou mergulho com golfinhos, mergulho com arraias, SPA, zipbike, e mergulho com cilindro.

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Mapa do parque. Dá pra ter uma ideia do tamanho e das atrações.

Analisando os preços também achamos muito mais vantajoso o Xel-há, pois os outros custavam praticamente a mesma coisa, mas não eram All Inclusive. Você pode comprar os ingressos pelo site de cada parque com ou sem transporte incluso e com desconto antecipado. Caso opte por mais de um parque vale a pena consultar empresas que vendem combos com preços vantajosos. Importante, no momento da entrada do parque precisa mostrar o voucher (comprovante da compra), o cartão usado na compra e o passaporte dos visitantes.

Nós compramos pelo site apenas o ingresso, pois nosso hotel ficava a cerca de 15km do parque e no dia pegamos uma van compartilhada, que é  um  transporte coletivo bastante usado lá. As vans fazem o trecho Playa Del Carmen/Tulum durante o dia todo, é só esperar nos pontos e você dizer até onde quer ir que eles param. Pagamos cerca de 35 pesos mexicanos por pessoa cada vez que usamos, tanto faz pra onde dentro desse trecho, era algo como R$7,00.

O Xel-há é um parque que valoriza muito os recursos naturais. Já na entrada há funcionários dando informações sobre as atividades, entregando um mapa e enfatizando que se use protetor solar e repelente que não agridam o meio ambiente, e os produtos estão a venda nas lojas do parque.

Chegamos por volta de 09h30min e fomos ao restaurante principal tomar café da manhã. Mas na verdade, a última coisa que queríamos era tomar café. Já cedo o calor era de uns 30°C e só queríamos um suco natural bem refrescante! O buffet era bem grande com opções típicas de cafés que vemos nos filmes americanos: panquecas, ovos mexidos, muito bacon além de pratos mexicanos. Mas havia opções mais “conhecidas” como pães, doces como mel, caramelo (parecido com doce de leite) e geleias, além de presunto, queijo e frutas. Pra tomar, além de café, tinha chás, achocolatados, água de coco e suco natural de laranja. Estava bem gostoso!

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Estávamos ansiosos pra fazer a flutuação, então pegamos os equipamentos, guardamos nossas coisas no guarda-volumes e pegamos a trilha até a o início do percurso. O parque é grande e a trilha levou cerca de 20min a pé, pois queríamos fazer a digestão do café e ver a paisagem, mas é possível fazer o trajeto de trenzinho ou bicicleta.

A estrutura do parque é incrível e nos impressionou. Na flutuação a gente entregava os objetos pessoais (chinelos, óculos de sol, câmeras e etc) em um guichê onde eles colocam em bolsas fechadas com a chave que fica com você e retira as coisas ao final da atividade, muito prático. Além disso, também impressionou a organização na entrega dos equipamentos, empréstimos de coletes onde você pega em um lugar e devolve os molhados em outro, também os banheiros/vestiários sempre limpos, apesar da grande circulação de pessoas molhadas e com areia.

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Vista para o restaurante principal.

A flutuação inicia no rio (água bem gelada!!), é onde a água é bem transparente e é possível ver muuuitos peixes! Você pode optar por ir de bóia dupla ou individual ou apenas com o colete e pés de pato, que foi o que fizemos. O percurso é bem longo, dura 1 hora mais ou menos e ao final as águas do rio e do mar se encontram e ficam mais quentinhas.

Ao final devolvemos os equipamentos e fomos dar volta pra conhecer o restante do parque. A paisagem é bem bonita, é possível ir até a praia, mas o mar é bem bravo e tem bastante vento. Passeamos bastante e tiramos várias fotos, depois fomos almoçar. Para o almoço há 4 opções de restaurantes: no principal, onde foi o café, é servido comida internacional (foi onde almoçamos), mas há também um restaurante típico mexicano, uma lanchonete e o restaurante “Jardin Corona”, da cerveja vendida no parque e umas das mais populares no México.   À tarde fomos fazer tirolesa, pulamos de um paredão de uns 6 metros e nadamos mais um pouco.

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O parque é bem bonito, mas achamos que pelo valor cobrado, poderia ter mais atividades inclusas. Ao final do dia, ficamos tomando uma cervejinha e observado os golfinhos interagindo com os turistas. Nem cogitamos fazer essa atividade, achamos que o valor cobrado era um absurdo, algo como US$90,00 por pessoa, mais do que pagamos pra entrar no parque. Mas visto de fora já valeu, eles são lindos!

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Sobre o Grand Palladium

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O que não falta em Cancun e na Riviera Maia são opções para se hospedar. A maioria das grandes redes de resorts têm opções em ambos os lugares, é difícil escolher o que seria mais vantajoso. Hoje eu aconselharia dividir a hospedagem, já que Cancun é o centro mais badalado, famoso e mais próximo a Isla Mujeres e de Chichén Itzá (importante cidade arqueológica maia), e se hospedar na Riviera Maia te deixa mais próximo dos principais parques (Xcaret, Xel-há, Xplor), de pegar um ferry pra Cozumel e de ir até Tulum, bem mais ao sul.

Optamos por nos hospedar em um resort da rede Grand Palladium, pois eu tinha uma tarifa negociada para agentes de viagem. A rede tem hotéis na Espanha, Itália, Jamaica, Republica Dominicana, México e no Brasil tem o Grand Palladium Imbassaí, na Bahia. O complexo Grand Palladium na Riviera Maia é formado por 5 hotéis, sendo que apenas um deles não podia ser frequentado pelos hóspedes dos outros hotéis, de um padrão superior, que é o The Royal Suítes Yucatan by Palladium, os outros são o Colonial, o Riviera, o White Sands e o Kantenah que foi o qual ficamos hospedados.

Chegamos em Cancun por volta de 22hrs, mas até fazer a imigração e retirar as bagagens, só saímos do aeroporto as 23hrs. A imigração do México é bem rigorosa, tanto que as bagagens são examinadas uma a uma, por isso demoram bastante pra serem liberadas na esteira, e depois que pegamos elas, ainda tivemos que passar novamente pelo raio-x.

Já tínhamos contratado o transfer do aeroporto pro hotel, já que chegaríamos tarde e nosso hotel ficava a cerca de 90km do aeroporto. Contratamos a AT Travel, empresa que presta serviço pra várias operadoras que vendem o destino e que inclusive tem escritório no Brasil (para operadoras e agencias). O atendimento deles foi muito bom, o motorista e o guia muito simpáticos e conversaram conosco a viagem toda, se esforçando em um “portunhol” muito claro, o que nos deixou bem seguros, já que nosso espanhol é fraquinho, tanto que na maioria da viagem acabamos falando em inglês mesmo. Falando nisso, ficamos impressionados com o atendimento de todos os mexicanos, com eles não tem tempo ruim, sempre simpáticos!

Nossa chegada ao hotel foi tranquila apesar do horário e ficamos impressionados com o tamanho do hotel. O Grand Palladium trabalha com um conceito de sustentabilidade que achei muito legal, então ele é bem arborizado e pra chegar ao quarto tivemos que seguir as placas por caminhos de madeira no meio das árvores, o que a noite foi meio complicado! Além disso, há vários animais espalhados pelo hotel, principalmente esquilos, quatis, lagartos, iguanas, diversos pássaros, crocodilos e lindos flamingos! Fiquei apaixonada!!!

animais

Os quartos são bem grandes, têm ar-condicionado, televisão e TV a cabo, minibar, cafeteira e sachês de café e açúcar, poltrona, mesa e cadeira, sacada com cadeiras e um pequeno varal (ótimo pra pendurar o biquíni), guarda roupa, mesa e ferro de passar, cofre, além de um banheiro grande também, com kit amenities e secador de cabelos. Seguindo o conceito de sustentabilidade, há avisos nos quartos para que se reutilizem as toalhas e as deixe no chão quando quiser trocar, assim como havia uma placa para avisarmos quando quiséssemos que trocassem a roupa de cama, caso contrário ela seria trocada apenas na quarta-feira. Acho que é uma boa iniciativa, já que nem em casa trocamos as roupas de cama e banho todos os dias, né? Importante saber também que no México é costume dar gorjetas pra camareiras e garçons, então sempre deixávamos algo como US$1,00.

quarto

Foto ilustrativa retirada do site do hotel.

Como já falei, o complexo é formado por 4 hotéis que podem ser usados por todos os hóspedes. São 8 restaurantes temáticos a La carte (onde os homens só podem entrar com camisas com gola e manga – curta ou comprida – e calça comprida), entre eles, há restaurantes com comida oriental, americana, mexicana e brasileira. Além disso, 5  self service, 25 bares, 8 piscinas (sendo duas exclusivas para adultos), SPA (serviços pagos a parte) e discoteca. Todas as áreas são bem legais, nos lobbys há bares com música ao vivo a noite e shows padrão Broadway todas as noites. um local que também achamos legal foi o Sports Bar, onde havia mesas de sinuca, cartas e até Play Station e máquina de pipoca, bem temático.

Sports Bar

No dia seguinte à chegada, ficamos apenas aproveitando o hotel, afinal não faltavam coisas pra fazer. Mar lindo, diversas piscinas, ótimos restaurantes, recreação no hotel e muitos drinks pra provar e se refrescar do calorzão mexicano.

À noite, os restaurantes eram uma atração a parte, principalmente os temáticos. Teríamos que ter ficado ao menos mais uma semana pra dar conta de conhecer todos! No primeiro dia jantamos no oriental, onde sentamos ao redor do chef e ele preparou a refeição na nossa frente com direito a um show. Foi o jantar que eu mais gostei! Também conhecemos dois restaurantes com comida americana, diversas carnes e hambúrgueres e nos self service que “tematizavam” os jantares todas as noites, um dia teve comida espanhola, com pratos bem diversificados e gostosos também!

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Esse foi um ponto alto da viagem, os sabores! Desde o começo nos propusemos a experimentar pratos e bebidas exóticas. Acho que esse tipo de experiência é essencial quando se viaja – conhecer novos sabores, culturas e principalmente a identidade local. Apesar da maioria dos pratos serem apimentados, conseguimos comer sem problemas, só achamos que as vezes faltava outro tempero além da pimenta. As bebidas também, provamos diversas cervejas e drinks diferentes. 🙂

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Nosso sonho mexicano!

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Vou te contar: vender viagens, pesquisar e estudar sobre os destinos, receber o feed back dos clientes encantados com a viagem, não é fácil! Só dá mais vontade de desbravar esse mundão e conhecer pessoalmente esses lugares lindos!!! Por isso tudo desde o ano passado eu e o Everton estávamos planejando fazer uma viagem diferente e de preferência internacional.

2015 chegou e a expectativa pra esse ano não era das melhores depois das eleições, além do mais, o euro e o dólar subiam lentamente. Eu sempre acompanhava os preços das passagens, principalmente pra Europa, com vontade de ir pra lá, mas os preços não baixavam. Além disso, conversando com o meu marido, chegamos a conclusão que só teríamos uma semana de férias pra tirar o que seria pouco pra ir pra Europa.

Eis que em janeiro surge uma super promoção de passagens pra Cancun. Fizemos as contas e de repente os planos mudaram e estávamos com a cabeça no Caribe! Escolhemos maio, um mês calmo pra ambos, primavera no Hemisfério Norte e baixa temporada. Dia 23/05 partimos rumo a Cancun, viajamos com a Copa Airlines, e retornamos dia 30/05.

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Eu nunca havia voado de Copa. A cia aérea é do Panamá, assim as conexões tanto na ida como na volta passam por lá. Achei o atendimento e os aviões bons, apesar de ter apenas 3 poltronas de cada lado (como no Brasil) e o espaço entre as poltronas ser igual ao das cias nacionais (ou seja, apertados). Os voos foram bem pontuais, o atendimento a bordo é feito em espanhol e inglês, apesar de se esforçarem em falar “portunhol” e achei muito boa a seleção de filmes e seriados a bordo. Nos nossos voos serviram uma refeição completa e um lanche quente no voo mais longo e um lanche no voo curto, além de bebidas incluindo sucos, vinho, refri e cerveja.

Vou fazer uma série de posts sobre a viagem (eba!), tentando explicar como foi, o que vimos e fizemos! Mas quero começar falando um pouco sobre o destino da viagem!

País: México

Moeda: Peso Mexicano. Taxa de mais ou menos 0,25 em relação ao real, mas não se engane, as coisas são caras, ainda mais que os principais turistas são dos Estados Unidos e recebem em dólar, né? Por isso o dólar é aceito praticamente em qualquer lugar, a taxa de conversão é de cerca de 0,14 dependendo do lugar e da casa de câmbio.

Tempo: Faz calor o ano inteiro, com maior probabilidade de chuvas na época de furacões entre agosto e novembro (o último grande furacão foi em 2005). Nós fomos em maio, estava MUITO quente, 30°C desde de manhã cedo até a noite com picos de uns 38°C ao longo do dia. Só tem vento na praia, fora dela é abafado. Pra não dizer que não choveu, um dia pegamos umas pancadas de 5 minutos junto com sol. Isso que quando eu olhava a previsão do tempo antes de ir, era sempre pra chuva!

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Documento de viagem: passaporte válido.

Vacina contra a febre amarela: não é necessário para o México, mas caso saia para visitar a Cidade do Panamá, lá ela é exigida. A vacina é obrigatória em muitos países, eu sempre aconselho tomar, pois ela vale 10 anos. Depois de tomar a vacina é necessário “trocá-la” por um Certificado Internacional emitida pela ANVISA nos aeroportos e portos do país.

Montei um mapa com os lugares que visitamos:Mapa Riviera Maya

Como dá pra ver no mapa acima nós nos hospedamos na região chamada Riviera Maya, ela fica na Península de Yucatan e é banhada pelo Mar do Caribe. A região começa em Puerto Morelos, passa por Playa del Carmen (uma pequena vila que visitamos e que falarei em outro post) e termina em Punta Allen, um pouco a frente de Tulum (conhecido pela zona arqueológica maia). O turismo é bem recente na região, iniciando por volta de 1999, e a partir daí vários resorts foram construídos ao longo da rodovia, entre eles de redes famosas como: Iberostar, Hard Rock e Grand Palladium no qual ficamos hospedados.

No próximo post vou falar um pouco do resort e o quanto ele era maravilhoso!

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Sugestões para Lua de Mel no Brasil

Feliz 2015! Depois das festas de fim de ano e merecidas férias espero ter posts mais regulares!!! 😀

No último post de 2014 falei um pouco sobre o Nannai e a minha lua de mel.

Hoje separei outros destinos para uma lua de mel dos sonhos sem precisar sair do Brasil, ainda mais com esse dólar nas alturas!!! Optei por esses hotéis com base em comentários de clientes, assim como algumas pesquisas e as avaliações no Trip Advisor. Aliás, fica a dica de uma fonte confiável de pesquisa para analisar o hotel e outros serviços de um destino turístico, pois no Trip Advisor (www.tripadvisor.com.br) quem avalia é o turista que se hospedou no hotel e comenta sobre a sua experiência.

Acredito que um destino ideal para lua de mel precisa ter tranquilidade, exclusividade e romantismo para que o casal possa desfrutar desse momento a dois. Algumas pousadas que tem essas características são as incluídas na Associação Roteiros de Charme (www.roteirosdecharme.com.br), entidade que reúne 65 meios de hospedagem do Brasil que aliam princípios de qualidade, ética e responsabilidade social com o “charme” característico de cada uma.

Entre elas, destaco o Hotel Quinta do Bucanero, localizado na Praia do Rosa, em Imbituba-SC, o hotel de charme tem apenas 10 apartamentos, 2 suítes e uma vivência especial dedicada a casais em lua de mel ou comemorando aniversário de casamento. Visitem o site, é lindo! (www.bucanero.com.br).

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Fonte: site do hotel.

Outro hotel que destaco na região Sul do país é a Estalagem St Hubertus. O hotel está localizado em Gramado-RS e tem vista para um dos pontos mais famosos da região, o Lago Negro, além disso, foi premiado pelo site Trip Advisor como o hotel mais romântico do Brasil e um dos melhores do mundo. A arquitetura em estilo europeu e o chá da tarde incluso na diária são alguns dos diferenciais (www.sthubertus.com).

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Fonte: site do hotel.

Já se a preferência é por um destino de praia no Nordeste, acho que vale apostar em pequenas vilas como Jericoacoara-CE, Arraial D´Ajuda-BA ou Praia da Pipa-RN onde está localizada a Pousada Toca da Coruja. Com 28 bangalôs exclusivos, o hotel leva o hóspede a uma imersão com a natureza, proporcionando exclusividade e privacidade (www.tocadacoruja.com.br).

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Fonte: site do hotel.

Bem que poderia, mas o post não é patrocinado ok? São apenas sugestões minhas!! 😉

Outros hotéis que valem uma espiada:

– Orixás Art Hotel – Flecheiras-CE (http://orixashotel.com.br/)

– Pousada Jeribá – Jericoacoara-CE (http://www.jeriba.com.br/)

– Pousada Estrela D´Agua – Trancoso-BA  (http://estreladagua.com.br/?lang=en)

– Pousada Teju-Açu – Fernando de Noronha-PE (http://www.pousadateju.com.br/)

Lua de Mel no Nannai

Voltei depois de um tempão sem postar! Sabe como é, final de ano, muitos compromissos e cansaço para chegar em casa, sentar e escrever alguma coisa! Mas vou colocar como meta de 2015 ter posts regulares! 😉

Para aqueles que estão planejando o casamento para 2015 separei alguns destinos no Brasil com cara de lua de mel e vou postar sobre eles separadamente! Alguns destinos eu já fui ou já vendi, outros ouvi falar e são famosos pela beleza, qualidade, opções de lazer e descanso entre outras características.

Começo pela minha própria experiência de lua de mel. Passamos 8 dias em Porto de Galinhas, sendo 2 noites no Nannai Resort & SPA, 4 noites na Pousada Tabapitanga e a última noite em Recife.

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Vista aérea do Nannai – Foto retirada do site

O Nannai é sem dúvida uma das melhores opções de lua de mel, muito recomendada por nós. O resort está localizado na praia de Muro Alto, que por si só já encanta, pois é uma praia a beira de coqueirais e com arrecifes de corais que formam uma lindíssima piscina natural. Além disso, o Nannai tem uma estrutura horizontal, formada de prédio com apartamentos (luxo e super luxo) e três categorias de bangalôs, dando total privacidade ao casal e lembrando muito as imagens que temos da Polinésia.

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Apartamento e bangalô.

Logo na chegada os hóspedes são recebidos com espumante e castanhas de caju, tornando o check in um processo muito saboroso. Um dos diferencias do Nannai comparado a outros resorts é o atendimento e qualidade dos serviços. O resort atua com serviço de meia pensão – café da manhã e jantar – mas também oferece alguns petiscos à beira da piscina na hora do almoço e um chá da tarde na área externa do hotel ao pôr-do-sol, com direito a tapioca e sucos naturais.

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Também considero como diferencial a exclusividade e a privacidade, pois em boa parte do ano as áreas de lazer e restaurantes não possuem tantas pessoas e principalmente crianças comparado a outros resorts proporcionando tranquilidade aos recém-casados.

Enfim, é impossível descrever toda a experiência nesse paraíso!

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Programe-se: 2015 será o ano dos feriados prolongados!

Não vai ter desculpa pra não viajar no ano que vem, pelas minhas contas serão 9 feriados prolongados, além de um feriado municipal. Então por que já não programar aquela viagem? Para quem quer ir de avião, é essencial comprar com antecedência para conseguir bons preços, além disso, como costumam ter 100% de ocupação, os hotéis também precisam reservados um bom tempo antes. Então selecionei alguns destinos ideais pra quem quer aproveitar os feriados e viajar em poucos dias, nos feriados do primeiro semestre.

O Carnaval será só em fevereiro, mas já é hora de fazer suas reservas! Salvador e Rio de Janeiro são os destinos mais procurados, mas também há ótimas festas em Recife/Olinda, em São Paulo e no litoral catarinense. A vantagem em optar por lugares mais próximos é que você pode ir de carro e economizar na passagem aérea.

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Bonecos de Olinda

O mês de Abril terá dois feriados muito bons, além da Páscoa, o feriado de Tiradentes, dia 21 de abril, cairá em uma terça-feira o que possibilita para muitos “enforcar” a segunda-feira e aproveitar 4 dias de folga. Essa época de meia estação, é ótima para visitar Foz do Iguaçu, por exemplo – como já dediquei alguns posts especiais – já que não está mais tão quente, além das praias do Nordeste, caso você possa sair da sexta-feira e aproveitar ainda mais dias de descanso.

Para os feriados de 1º de maio e Corpus Christi em 04/06, sugiro curtir o friozinho de início de inverno na Serra Catarinense caso opte por ir de carro, ou na Serra Gaúcha onde embora alguns optem por ir de carro, também é possível pegar um voo até Porto Alegre. Outra opção é dar um pulo em Buenos Aires, já que há voos diretos saindo de diversas capitais do país, como Curitiba e Florianópolis.

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Buenos Aires

Então não perca tempo, vá se programando e compre com antecedência, conseguindo preços melhores e mais opções para aproveitar muito mais a sua viagem. Caso queira mais dicas, me procure, temos fornecedores com pacotes muito legais! 😉

Que tal conhecer o Brasil?

O dólar está alto e pelo o que tudo indica continuará assim pelo menos até o final do ano, tornando mais caras as viagens ao exterior. Mas sabe que é uma boa oportunidade de conhecer o Brasil? Por isso decidi fazer postagens sobre minhas viagens pelo país, pra dar aquela vontade de colocar o pé na estrada e de desbravar Brasil afora! 😉

Há 4 anos estive em Minas Gerais, minha primeira viagem trabalhando na agência. O famtour foi organizado pela MGM Operadora, voamos na época com a TRIP (que hoje já não existe mais e foi comprada pela AZUL) e fizemos um roteiro de 5 dias pelas cidades históricas do estado. Peço desculpas pelas fotos que na época foram tiradas com uma das primeiras câmeras digitais existentes no mercado e a qualidade não está das melhores.

Confesso que sabia muito pouco sobre o estado e não seria um destino que estaria na minha lista para conhecer. Mas Minas me surpreendeu muito! Começando pelo povo mineiro que é simples, muito simpático, acolhedor e tem um sotaque muito gostoso. Falando em gostoso, outra coisa que me impressionou foi a gastronomia, que apesar de ter pratos bastante pesados e gordurosos são bem temperados e deliciosos, e ainda conta com uma variedade enorme de doces além do pão de queijo, minha paixão!

O voo chegou atrasado em Belo Horizonte o que fez com que tivéssemos que nos apressar a fazer o city tour conforme foi programado. Pela maioria dos atrativos passamos apenas de ônibus por conta do tempo, mas fizemos uma parada na região da Pampulha, onde está localizada a Lagoa de mesmo nome, cartão postal da cidade. Na região há um conjunto de construções de Oscar Niemeyer, que interage a paisagem à arquitetura, com a Igreja de São Francisco, o Museu de Arte Moderna e a Casa do Baile, obras criadas a pedido do então prefeito Juscelino Kubitschek. Além da arquitetura, destacam-se a pintura e azulejos de Cândido Portinari, o painel de Paulo Werneck e o paisagismo de Roberto Burle Marx, além de obras de outros artistas. Hoje todo o espaço ao redor da lagoa é usado para caminhadas, ciclismo, além de eventos com queima de fogos no Réveillon.

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Vista de um dos lados da Igreja São Francisco de Assis.

No dia seguinte saímos cedo em direção às cidades históricas. Começamos por Congonhas do Campo, cidade localizada a 70 km de Belo Horizonte e conhecida pelas obras de Aleijadinho, esculturas de pedras sabão que estão no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Após a visita ao Santuário partimos para nossa próxima parada, a cidade de São João Del Rei, distante cerca de 100km de Congonhas.

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São João Del Rei é uma cidade universitária, foi onde nasceu o ex-presidente Tancredo Neves e é bastante conhecida pela diversidade de linhas arquitetônicas em sua parte histórica, protegida e separada do restante da cidade. Depois de algumas visitas pegamos o trem turístico que percorre 12km até Tiradentes, margeando o Rio das Mortes e com vista para a Serra de São José. O trem é simples e a viagem é rápida, cerca de 40 minutos observando também a Estrada Real.

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Tiradentes é um caso a parte. Fiquei totalmente apaixonada pela cidade! Pena que não tenho muitas fotos pra expor a beleza natural e cultural, o cuidado das casas e ruas com pedras  originais e onde não é possível passar com ônibus e caminhões. A cidade tem um dos conjuntos arquitetônicos mais preservados do Brasil, principalmente do Ciclo do Ouro e da Inconfidência Mineira, liderado por Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, que deu nome à cidade.

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Em Tiradentes pudemos conhecer diversas pousadas, todas muito bonitas e com seu charme particular, sendo que a maioria valorizando a arquitetura e culinária mineiras. Como indicação, destaco o Hotel Solar da Ponte que faz parte da associação “Roteiros de Charme” (http://www.roteirosdecharme.com.br/) e a Pousada Mãe D´Agua, mais simples porém muito bonitinha, onde nos hospedamos. Também destaco a Pousada Pequena Tiradentes, a pousada em estilo boutique vale a visita não só pela linda estrutura de hospedagem, mas também pela imensa loja de artesanato anexa.

Também tivemos oportunidade de visitar Ouro Preto e Mariana, a uma distância de 22 km entre elas. Mariana foi a primeira vila, cidade e capital do estado de Minas Gerais, é uma cidade pequena e pode ser visitada em meio dia.  Já Ouro Preto é uma cidade maior e bastante conhecida por suas universidades, tem a economia baseada no turismo focado na arquitetura e importância histórica. Achei muito linda também, mas como as ruas são pequenas e não podem receber veículos pesados, muitos dos trechos são feitos a pé, então não aconselho para pessoas mais velhas e com alguma dificuldade de locomoção, nesse caso o ideal seria alugar um carro.

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Vista de Ouro Preto

Uma viagem pra Minas não é barata e fácil de fazer logisticamente. As cidades são distantes entre si e do principal aeroporto que é o da capital Belo Horizonte. Assim, aconselhamos aproveitar o estado em pelo menos 7 dias, alugando um carro no aeroporto para ter a liberdade de percorrer as cidades e a paisagem e devolvendo-o no momento do retorno. Por outro lado, o que costuma ser mais caro porém mais organizado é contratar uma empresa com roteiro pelas cidades históricas, facilitando a locomoção e acesso às informações históricas. Nesse ponto, existe o Instituto Estrada Real (http://www.institutoestradareal.com.br/), a maior rota turística do país, muito bem organizada e que valoriza os atrativos, a história e cultura de Minas Gerais, passa no site deles, que eu tenho certeza que vai dar vontade de conhecer esse estado maravilhoso!